Ciência
Veja a probabilidade de impacto, locais de queda e risco do asteroide 2024 YR4 para o Brasil
Ele tem entre 40 e 90 metros de diâmetro, tamanho estimado com base no reflexo de sua luz
O asteroide 2024 YR4, recém-descoberto, tem previsão de se aproximar da Terra em 22 de dezembro de 2032. Embora a possibilidade de impacto exista, a NASA anunciou que a chance caiu para apenas 0,28% – ou seja, há 99,72% de probabilidade de que ele passe sem causar danos.
Mas o que isso significa na prática? Há risco para o Brasil? Quais seriam os impactos de uma colisão? Abaixo, respondemos às principais dúvidas sobre o asteroide 2024 YR4.
O 2024 YR4 é um asteroide rochoso descoberto em 27 de dezembro de 2024, no Chile. Desde então, cientistas monitoram sua órbita para avaliar os riscos de impacto com a Terra.
Ele tem entre 40 e 90 metros de diâmetro, tamanho estimado com base no reflexo de sua luz. Para comparação, um Boeing 747 mede 65 metros de envergadura.
Atualmente, as chances de colisão são mínimas. De acordo com a NASA, conforme novas observações forem feitas, a probabilidade de impacto pode cair para zero.
Se colidisse, o 2024 YR4 viajaria a cerca de 17 km/s. O dano dependeria de seu tamanho e composição. Se fosse menor, poderia causar uma explosão aérea semelhante à do evento de Tunguska (1908).
Se fosse maior, poderia gerar destruição em uma área ampla. Ele é semelhante ao asteroide de Tunguska, que devastou uma floresta na Sibéria, mas muito maior que o meteoro de Chelyabinsk, que quebrou janelas na Rússia em 2013.
Se houvesse um impacto, a trajetória inicial indicava possíveis quedas no:
- Oceano Pacífico
- América do Sul (incluindo o Brasil)
- Atlântico
- África
- Sul da Ásia
No entanto, com a redução da probabilidade de impacto para 0,28%, essa previsão pode mudar. Inicialmente, havia uma chance do asteroide atingir o norte do Brasil (Roraima e Amapá), mas os cálculos mais recentes descartaram essa possibilidade.
Os astrônomos usam telescópios para monitorar asteroides e softwares para prever suas trajetórias futuras. À medida que mais dados são coletados, as estimativas se tornam mais precisas.
Cada nova observação permite refinar os cálculos. Isso faz parte do processo natural de estudo de asteroides e defesa planetária. Uma das estratégias seria a técnica de impacto cinético, já testada com sucesso na missão DART da NASA, que alterou a órbita de um asteroide em 2022.
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